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sábado, 31 de dezembro de 2011

 ANTE O ANO NOVO
     Ao finalizar o ano 1900, muitos pensadores argumentavam que o raiar do século XX marcaria o fim da fase religiosa da História.

        Mas cá estamos, no século XXI e a mensagem do Cristo está bem viva e forte no pensamento e no coração de incontáveis pessoas.

        Voltaire, escritor francês do século XVIII, imbuído desse espírito cristão, teve oportunidade de produzir excelentes peças de caráter religioso.

        Hoje, neste início de mais um ano, é importante revermos tais escritos que nos remetem a uma profunda fé em Deus.

        Exatamente aquele Deus que Jesus nos revelou como o Pai de todos nós. Um Pai que ama e por amor nos sustenta os dias.

        Deus de todos os seres, de todos os mundos, de todos os tempos. Se é permitido a frágeis criaturas, não percebidas para o resto do Universo, atrever-se a Te pedir algo, a Ti, que tudo nos tens dado;

        A Ti, cujos decretos são imutáveis e eternos;

        Olha com piedade os erros de nossa natureza. Que esses erros não sejam calamidades.

        Afinal não nos deste o coração para nos aborrecer e as mãos para nos agredir.

        Faze com que nos ajudemos mutuamente a suportar o fardo de uma vida penosa e fugaz.

        Que as pequenas diferenças entre os trajes que cobrem nossos frágeis corpos, entre nossas insuficientes linguagens,entre nossos ridículos usos, entre nossas imperfeitas leis, entre nossas insensatas opiniões, entre nossas condições tão desproporcionadas aos nossos olhos e tão iguais diante de Ti;que todos esses matizes, enfim, que distinguem os átomos chamados homens, não sejam sinais de ódio e de perseguição.

        Que aqueles que acendem velas em pleno meio-dia para Te celebrar, tolerem os que se contentam com a luz de Teu sol.

        Que os que cobrem seus trajes com tela branca para dizer que devemos amar, não detestem os que fazem o mesmo sob uma capa de lã negra.

        Que seja igual adorar-Te em dialeto formado de uma língua antiga e em uma recém-formada.

        Que todos os homens se recordem de que são irmãos!

        Se os açoites da guerra forem inevitáveis, dá-nos condições de não nos desesperarmos.

        Que não nos destrocemos uns aos outros em tempos de paz.

        Que empreguemos o instante de nossa existência em bendizer em milhares de idiomas, desde o Sião até a Califórnia, Tua bondade que nos concedeu este instante.
*   *   *
        Originados da mesma fonte, amparados pelo mesmo Pai, todos os homens somos irmãos.

        Se as fronteiras nos dividem em países e nações, se os idiomas nos criam dificuldades de comunicação, se as distâncias nos impedem de nos entrelaçarmos, a vibração da fraternidade deve vigorar em nossos corações.

        Todos fomos criados por amor, somos filhos da Luz e destinados à Luz.

        Por ora, e somente por agora, nos situamos em painéis diferentes. Mas um dia, além do corpo, transcorrido todo o caminho, todos chegaremos ao mesmo fim. A Casa do Pai. A perfeição.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

CLONAGEM À LUZ DO ESPIRITISMO
Divaldo Franco
A clonagem humana ainda é muito remota. Não nos deixemos empolgar com as notícias sensacionalistas que nos dão resultados de experiências muito válidas e respeitáveis, mas que ainda demorarão muito. É necessário que a nossa contribuição, do ponto de vista da confiança, esteja alicerçada na razão, e o espírita em particular, com respeito aos demais, religiosos ou não, deve estudar bem «O Livro dos Espíritos», para não se deixar perturbar com facilidade por quaisquer ideias absurdas.
A problemática da clonagem vem sendo estudada há mais de 50 anos. Agora, uma experiência que nos trouxe "Dolly" (a ovelha clonada), demonstra a possibilidade de um animal clonado, de uma célula retirada da glândula mamária de um ser e fecundada com o DNA de outro. Mas há, ainda, muito espaço a percorrer, especialmente quando se constatou que a mãe de "Dolly" morreu.
Assim sendo, não se pode verificar se ela é uma cópia absolutamente igual, porque não se tem como fazer a comparação. Ademais, desde o momento dessa clonagem até chegarmos às experiências humanas, teremos um longo caminho a percorrer.
Em 1960, nos EUA, um experiente estudioso apresentou a seguinte questão: "Se deixarmos que os seres deficientes vivam, iremos ter uma decadência genética. Se interrompermos a vida dos seres deficientes, já teremos uma decadência ética".
Para Theodosius Dobzhansky, que assim se expressou, a questão estava nestes dois termos: deixar viver o deficiente ou eliminá-lo? Mas faltava uma base essencial para o raciocínio dele (a ética).

Toda a vez que um indivíduo violenta uma Lei natural, sofre-lhe o efeito.
Aí está o ecosistema completamente comprometido e a Terra
sofrendo as consequências climáticas.

A ética, naturalmente será apresentada para a genética.
A clonagem é um fenómeno natural. Na salamandra, quando se lhe amputa a cauda, ela se reconstrói completamente igual. Em determinados répteis, repete-se o fenómeno por automatismo da natureza. "Clone" significa ramo. Toda a vez que retiramos um ramo de uma árvore, ela repete a imagem inicial.
Portanto, a clonagem é uma experiência muito digna, do ponto de vista genético.
Até chegarmos à construção de um homem "clonado", com personalidade, raciocínio, lucidez, devemos apenas aguardar, e não nos preocuparmos em demasia.

Perguntarão: E onde fica o Espírito?
Quando a ciência conseguir meios que facultem a reencarnação, ele se fará presente. A fecundação "In Vitro" não substituiu perfeitamente o organismo humano? Então, devemos considerá-la como um avanço.
Todavia, a ciência, através dos seus mais ilustres paladinos e governos, deverão estar vigilantes para o uso que se vai fazer da clonagem.
Na moderna proposta da clonagem, o delírio faz com que algumas pessoas pensem na possibilidade de se criarem indivíduos descerebrados, que serão desenvolvidos até aos 15,16 anos, e depois armazenados para transplantes de órgãos. É um delírio! Isso não nos deve preocupar. Outros acreditam que podem interferir no gene, no DNA e retirar a sensibilidade para fazerem indivíduos totalmente imunes à dor. Criarem um exército de homens e mulheres indiferentes ao sofrimento. Mas, tudo isso não passa de "ciência-ficção". 
E se um dia se tornar realidade? Criaremos monstros que nos irão destruir, como é natural.
Toda a vez que um indivíduo violenta uma Lei natural, sofre-lhe o efeito. Aí está o ecosistema completamente comprometido e a Terra sofrendo as consequências climáticas.

Quando a ciência conseguir meios que facultem a reencarnação,
ele (o Espírito) se fará presente

Aguardemos! Qualquer tentativa de se antecipar o facto é uma elucubração.
O Espiritismo é a ciência dos factos. Allan Kardec disse textualmente: " À ciência cabe a tarefa dos fenómenos científicos. O Espiritismo não se envolverá nessa pesquisa científica. O Espiritismo aceita tudo o que a ciência comprova, mas não se detém onde a ciência pára. O Espiritismo estuda as causas, enquanto a ciência estuda os efeitos. No dia em que a ciência provar que os espíritos estão errados num ponto que seja, abandonaremos esse ponto e seguiremos a ciência".
É uma doutrina, portanto, profundamente vinculada à pesquisa, à investigação, à ciência através do seu trabalho intérmino para o processo da evolução.
Quando vimos a bomba atómica sobre Hiroshima e Nagasaki, sofremos o terror da fissão nuclear. E no entanto aí estão os átomos para a paz.
Sabemos que o veneno mata, mas, quantas vidas o veneno cura? Está tudo no direccionamento da criatura humana. Dessa forma, tranquilizemo-nos e aguardemos as investigações da ciência.
Pessoalmente, e os Espíritos que por mim se comunicam, não acreditamos que se possa clonar um ser humano, dando-lhe personalidade, lucidez, inteligência. Vamos aguardar...

domingo, 25 de dezembro de 2011

COMBATENDO O DESÂNIMO
        As lutas na vida quotidiana são intensas.
        Nos tempos atuais, diante dos imensos desafios de cada dia, uma criatura, para o desenvolvimento de suas atividades, exercita a mente muito mais que em outros tempos.
        Se de um lado a tecnologia facilitou a nossa vida material, por outro criou novas necessidades obrigando o ser humano a viver no limite de suas funções mentais e psicológicas, o que tem conduzido a população a grandes desgastes emocionais, que somatizados no corpo físico, tem proporcionado todo tipo de doenças e descontroles físicos.
       Geralmente nesses quadros de desconforto íntimo, além dos sintomas orgânicos, com grande incidência, ocorrem as manifestações do desânimo, apatia, inércia e uma enorme tendência ao abandono dos ideais, raiando para estados depressivos; perigosos e preocupantes.
       A medicina do momento, atenta aos perigosos da era moderna, apresenta uma visão holística do homem, ou seja, observa o homem total, corpo e mente, físico e psicológico. Os sintomas que atormentam os órgãos físicos podem ter origem muito distante deles. Tratar somente do órgão doente seria cuidar do efeito, cuja causa permanece desconhecida. Certamente o sucesso da empreitada estará comprometido.
       É comum, portanto, no meio social em que vivemos encontrarmos quem afirma estar muito cansado, mesmo desanimado, levando a vida com extrema dificuldade, como se um peso enorme tolhesse seus movimentos. As vezes nós mesmos nos sentimos assim.
       No entanto, parar permitindo a proliferação da apatia será um grande engano, pois que o antídoto está exatamente em fazer o inverso; encontrar novas razões de vida, novos caminhos, outras estradas, mas nunca cruzar os braços ou acreditar que um punhado de comprimidos possa resolver a questão. O remédio é muito importante, mas a mudança mental é imprescindível.
       Livros de auto-ajuda, de motivação são valiosos e nesse particular nada mais abrangente e profundo para se meditar e refletir do que o
       Evangelho de Jesus Cristo. Sem dúvida, as lições de Jesus são as páginas mais completas para elevar a nossa estima. “Ama teu próximo como a ti mesmo”, “Faça aos outros o que queres que te façam”, “Amai-vos uns aos outros”, “Perdoe setenta vezes sete vezes”, “Quando alguém te pedir que caminhe com ele mil passos, siga outros mil”, “Se te pedirem a capa dê também a túnica”, e assim por diante.
       Em resumo, o Divino Amigo não nos pede espetáculos de grandeza, nem demonstrações de santidade, apenas que amemos uns aos outros. Que usemos o amor como base para as nossas ações diárias.
       Crianças choram de fome, ao abandono. Jovens imploram oportunidades sadias de vida. Famílias inteiras lamentam o descaso em que vivem. Filhos gritam por exemplos dignos dos pais. Desempregados imploram por uma ocupação. Mulheres pedem a compreensão masculina. Idosos choram a solidão em que vivem. Comunidades carecem de líderes honestos, justos e fraternos. E, Jesus, apenas pede que amemo-nos uns aos outros.
       Estamos cansados, desiludidos, fraquejados, depressivos, experimentemos viver de conformidade com os ensinamentos cristãos. Façamos uso freqüente do amor, aquele amor que nos ensina a tolerância, a compreensão, o companheirismo, o perdão e a vontade férrea de fazer o bem, pois toda vez que criamos condições para a felicidade alheia, Deus, pela lei de ação e reação, improvisa a nossa ventura.
        Não existe nenhum recurso mais eficaz no combate ao desânimo que o desejo firme de ajudar o próximo. Tomemos o nosso remédio, cuidemos do corpo, mas nunca descuidemos do equilíbrio emocional, através de ações benéficas em favor dos que sofrem.
        Quem cuida do irmão do caminho tem a mão de Deus que o ampara em todas as circunstâncias da vida. Contra o desânimo e a depressão, experimentemos o amor.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

 COMEMORAÇÃO DO NATAL
 
Excelso Amigo!
Neste dia de Natal, desejamos honrar-Te a celeste figura.
Na nossa humana pequenez, idealizamos festejos profanos que, em vez de Te louvar, por vezes ultrajam a mensagem de que és portador.
Celeste Menino!
Fizeste-Te tão pequeno, para servir aos homens e nós nos cremos tão portadores de grandeza e sabedoria.
Deixaste as estrelas e vieste viver entre nós.
Nós vivemos na Terra e nos acreditamos detentores de todo poder.
Chegamos a este Teu Natal um tanto cansados. Os dias que o antecederam foram demasiadamente exaustivos.
Precisamos consultar preços, fazer contas e empréstimos, selecionar os amigos que nos receberão os mimos.
E, relegamos, naturalmente, ao esquecimento aqueles que não se constituem benévolos aos nossos corações.
Deixamos de lado os que não apreciamos, os que nos desapontaram e os que desejamos desagradar.
Ah, Celeste Menino! Como estamos longe de comemorar-Te o natalício como devido.
Esquecemos de Te convidar para os festejos e de preparar-Te a festa.
Preparamo-la para nós somente. Os manjares serão aqueles que mais nos agradam.
Também nos requisitaram tempo a escolha do melhor cardápio, a procura pelo melhor bufê. Até passamos algumas horas na cozinha.
As bebidas foram selecionadas com todo esmero. É possível que algumas delas nos levem à inconsciência dos atos ou a cometer tolices.
Os presentes serão para locupletar as nossas paixões...
Endividamo-nos por muitos meses para que hoje os presentes fossem muitos.
E tudo, tudo será para nós.
Doce Menino!
Quando aprenderemos que a festa deve ser Tua e os Teus desejos é que deveriam ser satisfeitos?
Por isso, Jesus, neste Natal, permite que despertemos.
Permite que seja este Natal, o Natal da nossa consciência desperta.
Então, Jesus, no próximo Natal, Tu serás o Excelso Homenageado, o Celeste Convidado que honraremos na intimidade do próprio coração.
As luzes que verás, então, estarão palidamente representando a luminosidade das nossas mentes e corações, plenos de amor.
Teremos a mesa farta, mas não somente a nossa. Teremos pensado na dos nossos irmãos.
Teremos sorrisos, trocas de presentes, mas sobretudo muitos abraços e reconciliações.
Recordaremos da mensagem do perdão, da humildade, da caridade.
Ouvirás a música festiva do nosso lar acolhedor, onde estará a nossa família Te aguardando a honrosa visita.
Jesus, como aguardaremos este Natal!

Redação do Momento Espírita.
Disponível no Cd Momento Espírita Especial de Natal, v. 15, ed. Fep.
Em 31.01.2010.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

video
VIDEO DA RECUPERAÇÃO DE  JOSÉ RAUL TEIXEIRA
EM O  HOSPITAL NOS ESTADOS UNIDOS
  PRECE DE ALEXANDRE
(Missionários da Luz)
Senhor,
Sejam para o teu coração misericordioso
Todas as nossas alegrias, esperanças e aspirações!
Ensina-nos a executar teus propósitos desconhecidos,
Abre-nos as portas de ouro das oportunidades do serviço
E ajuda-nos a compreender a tua vontade!...
Seja o nosso trabalho a oficina sagrada de bênçãos infinitas,
Converte-nos as dificuldades em estímulos santos,
Transforma os obstáculos da senda em renovadas lições...
Em teu nome,
Semearemos o bem onde surjam espinhos do mal,
Acenderemos tua luz onde a treva demore,
Verteremos o bálsamo do teu amor onde corra o pranto do sofrimento,
Proclamaremos tua bênção onde haja condenações,
Desfraldaremos tua bandeira de paz junto às guerras do ódio!

Senhor,
Dá que possamos servir-te
Com a fidelidade com que nos amas,
E perdoa nossas fragilidades e vacilações na execução de tua obra.
Fortifica-nos o coração
Para que o passado não nos perturbe e o futuro não nos inquiete,
A fim de que possamos honrar-te a confiança no dia de hoje,
Que nos deste
Para a renovação permanente até à vitória final.
Somos tutelados na Terra,
Confundidos na lembrança
De erros milenares,
Mas queremos, agora,
Com todas as forças d’alma,
Nossa libertação em teu amor para sempre!
Arranca-nos do coração as raízes do mal,
Liberta-nos dos desejos inferiores,
Dissipa as sombras que nos obscurecem a visão de teu plano divino
E ampara-nos para que sejamos
Servos leais de tua infinita sabedoria!
Dá-nos o equilíbrio de tua lei,
Apaga o incêndio das paixões que, por vezes,
Irrompe, ainda,
No âmago de nossos sentimentos,
Ameaçando-nos a construção da espiritualidade superior
Conserva-nos em tua inspiração redentora,
No ilimitado amor que nos reservaste
E que, integrados no teu trabalho de aperfeiçoamento incessante,
Possamos atender-te os sublimes desígnios,
Em todos os momentos,
Convertendo-nos em servidores fiéis de tua luz, para sempre!

Assim seja.

ANDRÉ LUIZ
(Do livro MENSAGEIROS DA LUZ, cap. final, FCXavier, FEB)

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

A FELICIDADE
       Qualquer criatura vivenciando plena lucidez e total controle de raciocínio, por certo, caminhará com avidez à procura da felicidade.
       Terá consciência também, pelo estágio evolutivo em que vive, que no atual momento poderá apenas obter uma felicidade relativa ou situações felizes, mas nunca a felicidade absoluta.
       E essa felicidade relativa tem a dimensão e o peso dos nossos sonhos. Uns a encontram na aquisição de um carro de última geração, outros deparam com ela ao apenas possuir um carro. Existem os que a procuram na casa moderna e confortável, enquanto outros buscam por ela conseguindo uma casa.
       Para o faminto a felicidade é poder encontrar um prato de comida capaz de sanar sua necessidade de alimentação. Para o desempregado a felicidade poderá chegar com a obtenção de um posto de trabalho que lhe garanta o sustento e a dignidade. Para o doente, encontrar novamente a saúde será, obviamente, um momento de felicidade.
       Paulo de Tarso, em expressiva carta aos Felipenses asseverou que aprendeu a contentar-se com o que tinha, numa inequívoca demonstração de compreensão e resignação diante da vida, não se perturbando e nem estragando o dia ante pequenas contrariedades, tão próprias em nosso quotidiano.
       Em realidade, quem não pode ter o que quer, que queira o que pode, pois em inúmeras situações não conseguimos obter o objeto dos nossos desejos ou a concretização dos sonhos que acalentamos, assim, imperioso se torna que saibamos ser contentes com aquilo que é possível. Certamente, nessa postura de equilíbrio e tirocínio, nos depararemos com a felicidade possível.
       Certa feita uma senhora de boa posição econômica e social, passando pela rua, notou um senhor já de idade avançada, mal vestido e com semblante cansado, puxando um carrinho de tamanho razoável, repleto de material reciclável.
       Condoída imaginou o sofrimento e a luta daquele homem, tendo que fazer o trabalho de um animal irracional, ao puxar o carrinho.
       Aproximando-se dele, exclamou!
       - O senhor deve sofrer muito, se afligir demais, pois tem que se humilhar e fazer o trabalho de um animal, ao transportar essa carga.
       - Não minha senhora, eu sou feliz, pois mesmo com a minha idade ainda tenho forças e disposição para arrastar esse carrinho cheio de material reciclável, que venderei logo adiante e com os recursos obtidos manterei meu sustento e dos netinhos que cuido. Ainda, passeio pelas ruas, vejo a movimentação de carros e gente e, vez por outra, ainda tenho o prazer de encontrar pessoas gentis como a senhora, que se preocupa com o próximo.
       Sem dúvida, para o catador de reciclável a felicidade estava em poder realizar o seu trabalho.
       Na verdade, a felicidade que podemos obter, por agora, não se trata de uma conquista externa, mas sim de uma postura interior. Muitas criaturas infelizes estão guerreando sozinhas enquanto outras felizes estão bem, mesmo em meio à guerra que gira ao seu redor.
       Quando aprendermos a contentar com o que temos estaremos de posse da felicidade que se pode ter aqui na Terra.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

AQUELE QUE SEMEIA SAIU A SEMEAR
         Quando Jesus sentenciou, através da parábola do semeador, a grande necessidade que temos de sair para semear, obviamente estava dizendo que no mundo temos um papel fundamental; o de distribuir e multiplicar os talentos que Ele, sabiamente nos dava notícias.
         E, ainda, quanto aos talentos, referia-se as qualidades e virtudes que, mesmo acanhadamente, já possuímos e que devemos fazer crescer, isso obviamente, em nosso benefício e em prol daqueles que foram colocados ao nosso lado, pelos caminhos da vida..
         Certamente, ninguém em sã consciência e perfeito raciocínio poderá dizer que nada tem para oferecer ao próximo.
         Assim, na qualidade de semeador, precisamos estar sempre atentos visando plantar, por onde passarmos, a semente da esperança, ofertando ao irmão da estrada, pelos nossos atos, um lampejo de luz que possa iluminar seus dias de sofrimento e desilusão.
         Como semeador, precisamos saber ouvir a lamentação e a queixa de quem tem necessidade de estravar seus sentimentos torturados, que em oportunidades variadas atormentam seus corações.
         Como semeador, será muito importante visitar famílias, que momentaneamente, passam por dificuldades materiais, levando gêneros alimentícios, remédios, roupas e outros pertences que possam a minorar seus padecimentos.
         Como semeador, nunca esquecer de dar atenções as crianças, sejam elas nossos filhos ou rebentos das casas alheias, não importa, esses pequenos seres em formação, a exemplo de uma fita virgem tem necessidade de receber, dos adultos, os exemplos da fraternidade, carinho e solidariedade, para que no futuro saibam como expressar tais virtudes.
         Como semeador, nunca temer ou se apavorar ante as dificuldades que a vida nos apresenta, pois são elas desafios a serem vencidos que nos farão mais maduros e experientes, objetivando nos aproximar da paz e felicidade que ansiosamente buscamos.
         Como semeador, saber conviver e suportar os familiares problemas, pois, pela lei de causa e efeito, ação e reação, são eles os mesmos que em outras encarnações estiveram conosco, e, por certo, naquelas oportunidades não soubemos ajudá-los a crescer, podendo até, pelos nossos atos ter contribuído para os desequilíbrios que agora apresentam.
         Como semeador, jamais perder ou ficar indiferente para com as nossas horas vagas, pois segundo o próprio Cristo, “a seara é grande e os trabalhadores são poucos”. Dessa forma concluímos, rapidamente, que o serviço esta por fazer e que nossas mãos não podem permanecer inertes diante de tanta dor que assusta o mundo.
         Como semeador, manter firme e sólido o ideal de servir, guardando no coração e nos atos os valorosos ensinamentos evangélicos: “Fazer ao próximo o que desejamos para nós mesmos” e “Amai ao próximo como a vós mesmos”.
         Como semeador, seguir pelos caminhos da vida, em qualquer circunstância ou oportunidade, sempre ofertando simpatia, gentileza, atenção, fraternidade, pois o mesmo tratamento que oferecemos aos outros, os outros também dedicam em nossa direção.
         Como semeador, seja na terra fértil da compreensão ou nos terrenos áridos da indiferença . dentro do máximo possível e com toda a força que temos, sejamos um fiel servidor do Cristo, trabalhando, servindo e amando, mesmo nas raias de imensos sacrifícios, pois o Divino Amigo, em momento algum afirmou que a implantação do reino de Deus na Terra seria tarefa fácil.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

NÃO CONDENE
       Se aquele que rouba os pertences alheios soubesse, pelo Princípio de Causa e Efeito, que um dia, no futuro, terá que devolver tudo aquilo que apropriou indebitamente, certamente jamais ousaria furtar qualquer objeto;
       Se aquele que passa as horas de braços cruzados, sem a preocupação de produzir algo de útil, tivesse o conhecimento que mais tarde, em outras oportunidades, terá que trabalhar em dobro, repondo aquilo que não fez, sem dúvida se lançaria a laborar imediatamente;
       Se aquele que usa as mãos para agredir o semelhante, pudesse agora compreender, que cada agressão registra uma marca negativa em si mesmo, devendo posteriormente agir no sentido de reparar o mal que fez, é evidente que se poria a acariciar ao invés de bater;
       Se aquele que manuseia uma arma, para tirar a vida física do irmão do caminho, conhecesse a verdade que afirma que, a pessoa ferida mortalmente, um dia poderá renascer em seu próprio lar, para que ele, agressor, possa com ela caminhar, visando acerto de contas, não mataria;
       Se aquele que se excede em alimentos, pudesse, de imediato, compreender que a gula lhe gerará não só incômodos físicos, mas também espirituais, passaria a se alimentar de forma diferente;
       Se aquele que abandona seus filhos, prostrando-os na vala da indiferença, tivesse pelo menos uma pálida idéia do abismo que esta cavando para si mesmo, na semeadura de espinheiro social, que irá lhe ferir em algum momento, imediatamente se voltaria a amar todos os seus rebentos;
       Se aquele que se presta a caluniar os outros, de alguma forma, pudesse verificar o mal que esta causando, não demoraria nada em utilizar a palavra como recurso de socorro em favor de todos;
       Se aquele que cultiva o egoísmo, acreditando ser ele a única pessoa que deve receber todas as atenções, de leve imaginasse a couraça do sofrimento que esta envolvendo em si mesmo, se proporia, em breve, a observar o mundo que o cerca e o valor de cada criatura;
       Se aquele que vive a trapacear o próximo nas transações comerciais que efetua, descobrisse que num dado momento de sua existência, deverá restituir tudo o que tomou dos seus protagonistas, obviamente não ludibriaria a ninguém;
       Se aquele que se dá ao descuido de usar tóxicos, soubesse que está absorvendo veneno corrosivo que além de afetar, de forma brutal, seu corpo físico ainda está lesando violentamente seu corpo espiritual também, certamente abandonaria as drogas; e
       Se aquele que ao invés de praticar o bem se arvora em distribuidor do mal, compreendesse o quanto esta fora da rota certa do amor, imediatamente se voltaria a servir as pessoas, colocando-se na condição de um digno representante divino na Terra.
       Portanto, todos nós que nos demoramos na vida, em condições de promotores do sofrimento nosso ou alheio, em verdade não sabemos realmente o que estamos fazendo, assim sendo, não devemos condenar ninguém.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

LIBERTAR A CONSCIÊNCIA
Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça,
porque serão saciados.
Mateus, 5:6


– Primeiro sofreu o acidente. Ficou paraplégica. Em seguida o marido a deixou por outra. Tempos depois pegou fogo em sua casa.
– Que barbaridade!
– Tem mais: Ao falecerem seus pais, os irmãos a passaram para trás e ficaram com a herança. Labutou heroicamente para criar os dois filhos. Quando estes se casaram mudaram para longe e nunca mais deram notícias. Morreu pobre e sozinha, vitimada pelo câncer.
– É muita tragédia!
– O que mais espanta é que se tratava de uma mulher humilde e boa. Nunca reclamou da vida. Jamais acusou alguém. Paciência de Jó! Só tinha boca para exaltar o bem. Só pensava em ajudar as pessoas…
– Dizem que Deus faz sofrer àqueles que ama, preparando-os para o paraíso…
– E quem sofre pouco, é pouco amado por Deus?
– Tem razão. O Criador não pode ter favoritos. Mas é esquisito. Você já reparou como as melhores pessoas parecem enfrentar as dores maiores?! Não dá para entender!
– Há quem afirme que são decorrentes de faltas cometidas em vidas passadas…
– Isso não explica por que os maus e inconseqüentes parecem enfrentar menos problemas. Se não são bons hoje, pior foram antes…
– Certa feita perguntei isso a um amigo que entende do assunto. Ele me disse que os Espíritos mais evoluídos, que já viveram muitas vidas, têm uma visão mais ampla, enxergam mais longe no passado e estão melhor preparados para saldar seus compromissos…
– Seria como o homem que reconhece os prejuízos que causou em anos de inconseqüência. Hoje se dispõe a pagar…
– Exatamente. Antes não encarava os estragos que produzia nem tinha condições para a reparação. Quanto mais evoluído o Espírito, maior o seu discernimento e a consciência de seus débitos, ansiando por resgatá-los, não por imposição de Deus, mas para libertar a própria consciência.
– Faz sentido…

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011


QUEM É O MAIS RICO
      “- A civilização criando novas necessidades, não é a fonte de novas aflições?

      --- Os males deste mundo estão na razão sas necessidades artificiais que criais para vós mesmos. Aquele que sabe limitar os seus desejos e ver sem cobiça o que está fora das suas possibilidades, poupa-se a muitos aborrecimentos nesta vida. O mais rico é aquele que tem menos necessidades”. (Questão 926, de “O Livro dos Espíritos” - Allan Kardec).


      Obviamente, o verdadeiro afortunado não é aquele que possui muitos bens materiais, mas sim aquele consegue viver com um número mínimo de necessidades. O primeiro, geralmente, nunca se contenta com o que tem e quer sempre mais, muitas vezes não avaliando conseqüências para atingir os seus objetivos, carregando no íntimo um poço de conflitos e aflições, enquanto que o segundo segue seu caminho satisfeito com o que tem, primando por uma vida de equilíbrio e desprendimento, o que lhe rende muita serenidade e paz.

      Um turista dirigiu-se até ao Nepal para conhecer um monge famoso. Ao avistá-lo percebeu que ele morava em uma tenda. Observando dentro dela notou que não havia móvel algum. Admirado com o que via, pois que estava diante de uma personalidade de prestígio e vivendo daquela forma, indagou:
-
      Senhor, como pode viver assim, sem conforto algum? Onde estão os seus móveis?
O monge analisando calmamente o turismo indignado, respondeu com outra pergunta.

      - E onde estão os seus?

      - Senhor, eu estou aqui de passagem.

      - Eu também, retrucou o monge.

       Todos nós estamos aqui na Terra de passagem, haja vista que a nossa existência, ante a eternidade, é muita curta. E, quando daqui partirmos para a vida espiritual, a definitiva, de real valor, só seguirão conosco as conquistas morais. Assim, utilizemos tudo o que a vida material pode nos proporcionar, desde de que tenhamos adquirido dignamente as posses, mas sempre extraindo dela o máximo possível de lições espirituais.

       Procuremos educar as nossas crianças, adolescentes e jovens para uma vida de equilíbrio. Mostrando as lições que o mundo material pode nos oferecer, mas sem esquecer de dizer a eles sobre a vida espiritual, pois somente quem tem a verdadeira consciência dos seus reais objetivos na Terra poderá, com acerto, deliberar o rumo certo das suas ações.

       Uma criatura, para manter-se saudável, precisa saber cuidar da sua natureza material e espiritual. As vitaminas, proteínas, sais minerais e outros sustentam o corpo físico, enquanto que o controle das emoções e sentimentos mantém a saúde do Espírito. A criatura que tem corpo saudável e Espírito desequilibrado não estará bem, tanto quando estará doente também quem tem o corpo desajustado e o Espírito saudável. Imprescindível, então, dar atenção aos dois.

       Por isso é mais rico aquele que tem menos necessidades.

      Certamente, ninguém comete erro por viver de forma confortável, uma vez que os pertences que usufrui tenha vindo de origem honesta, apenas é prudente que ninguém se esqueça que a vida na terra é passageira e as vezes muita curta. O Espírito é eterno.

      A verdadeira vitória não é daquele que conquistou no mundo, mas sim o que venceu o mundo, conforme ensinou Jesus.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

SAUDANDO ALLAN KARDEC
 "Quando vier, porém, o Espírito da Verdade,
ele vos guiará em toda
a Verdade".
Jesus João: 16-13.
Não ignorava Jesus que a Sua Mensagem padeceria o assalto das trevas.

Sabia que ao contato da poeira terrestre, converter-se-ia a fonte da sublime revelação em viciada corrente.

Não desconhecia que os homens se Lhe apropriariam do verbo santificante para situá-lo a serviço de paixões subalternas.

Anteviu as multidões enganadas e sofredoras, para as quais não mais se multiplicaria o pão do amor puro, confundidas pela penúria e pela discórdia.

Ele que rogara: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei", pressentia as guerras de ódio que se desencadeariam na Terra, em nome do Evangelho Renovador. E Ele que ensinara: "Perdoai setenta vezes sete", adivinhava que os homens acenderiam fogueiras de perseguição, trucidando-se reciprocamente, acreditando exaltar-Lhe a memória.

Quase ao despedir-se dos companheiros simples e fervorosos que o seguiriam mais tarde até à dilaceração e ao sacrifício, percebeu que os cérebros vigorosos da sombra viriam nos passos do tempo senhorear-Lhe o rebanho de corações singelos, estabelecendo entre eles dolorosa escravidão espiritual.

Previu que o nevoeiro da perturbação humana Lhe abafaria transitoriamente a Sementeira Divina e que, um dia, em Seu Nome, o forte oprimiria o fraco e o fraco revoltar-se-ia contra o forte, que muitos dos melhores trabalhadores do mundo coroar-se-iam de vaidade, à frente dos infelizes, e que os infelizes, sem exemplo para a regeneração necessária, desmandar-se-iam na loucura e na delinqüência.

Foi por isso que, em marcha inquietante para o supremo testemunho de lealdade a Deus, apiedou-se de quantos Lhe estenderiam a Obra de Redenção e prometeu-lhes a vinda do Consolador " O Espírito da Verdade " que Lhe restabeleceria a esperança e aclararia a palavra.

Dezenove séculos caíram na cinza das horas e, fiel ao compromisso assumido, enviou Jesus à Terra o Explicador Anunciado na Doutrina Espírita, cuja bandeira libertadora vem partindo as algemas da incompreensão e do fanatismo no campo da Humanidade.

Eis porque, diante do primeiro centenário de "O Livros dos Espíritos",  a chave sublime do Cristianismo Restaurado, reverenciamos Allan Kardec, o Apóstolo da Verdade e Mensageiro da Luz.
(Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Doutrina de Luz. Ditado pelo Espírito Emmanuel.)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

TRANSIÇÃO PLANETÁRIA
E, estando assentado no monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos, em particular, dizendo: Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo? Mateus 24:3 

Tanto o capítulo 24 do Evangelho segundo Mateus, quanto o capítulo 13 do Evangelho segundo Marcos, abordam o chamado fim do mundo. Se estudarmos esses capítulos com atenção, veremos que eles trazem várias previsões que Jesus faz a respeito da Grande Transição pela qual o planeta Terra esta passando, e estamos vendo acontecer em nossos dias.
Várias profecias têm sido divulgadas abordando o tema do final do planeta. A que está em voga atualmente é a profecia maia que traz uma suposta revelação para o fim do mundo em dezembro de 2012.
Contudo, será realmente o fim do mundo físico que estamos presenciando? Não! Os fatos que vivenciamos na atualidade é aquilo que a Doutrina Espírita nos explica desde a segunda metade do século XIX, nas chamadas obras básicas do Espiritismo, escritas por Allan Kardec, e que os Benfeitores espirituais, como a Mentora Joanna de Ângelis, atualmente, tem chamado a Grande Transição.
O que é essa Grande Transição? É a transformação do planeta Terra de mundo de expiações e provas, onde o mal impera, em mundo de regeneração onde há predominância do Bem. Portanto, o fim a que se refere o versículo acima citado não é o fim do planeta, mas o fim de uma era, a era na qual o mal predominava na Terra.

Como todo momento de transição há um tumulto previsto pelo próprio Cristo, relatado por Mateus em 24:21 – “Porque haverá então grande aflição como nunca houve desde o princípio do mundo até agora nem tampouco haverá jamais”. É este momento de aflições coletivas que estamos passando, onde a iniquidade tem atingido o auge, gerando desesperança pela própria dor, e indiferença pela dor do próximo em muitas pessoas.
Todavia, é fundamental que estejamos atentos ao processo de transição, pois é um momento crucial em nossas vidas, e evitemos a desesperança e a indiferença. Jesus mesmo prediz isso em Mateus 24:12 – “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará”.
Todos nós que estamos vivendo este momento somos convidados a buscar o Reino de Deus e a Sua Justiça, como nos ensina Jesus, de modo que cada um desenvolva o amor a si mesmo e ao próximo como a si mesmo, fazendo aos outros o que gostaria que fizesse a si.
Como a Terra deixará de ser planeta de expiações e provas, onde o mal predomina, aqueles que não estiverem dispostos a praticar o Amor e o Bem serão exilados em outro planeta, pois caso continuem a viver na Terra, devido à prática contumaz do mal e a capacidade tecnológica alcançada atualmente no planeta, essas pessoas, ainda voltadas ao mal, destruiriam o próprio planeta, fato também previsto por Jesus em Mateus 24:22 – “E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dos escolhidos, serão abreviados aqueles dias”.
Portanto, este momento de transição é muito importante para todos aqueles que desejam permanecer nos próximos milênios na Terra regenerada, onde não é o planeta que terá fim, e sim o mal.
A Terra, planeta de regeneração, comparada com o que ela é hoje se transformará em um verdadeiro paraíso, no qual todo avanço científico e tecnológico será utilizado exclusivamente para o Bem, fazendo com que as doenças, a miséria material e ainiqüidade desapareçam do planeta, pois a miséria moral terá fim.
É fundamental, conforme orienta Jesus, que perseveremos na prática do Amor e do Bem para que possamos continuar a viver neste planeta abençoado, conforme Mateus 24:13 – “Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo e Mateus 5:5 – bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a Terra”.
*Alírio de Cerqueira Filho é coordenador de Estudos e Doutrina da Federação Espírita de Mato Grosso

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

JUVENTUDE E RESPONSABILIDADE
        “se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu. Então vem e segue-me” (Mateus 19:21).

       JESUS dialogava com um jovem rico, dono de inúmeras propriedades, que O buscara dizendo guardar os mandamentos da lei e, por isso, tinha direito ao reino de DEUS. Então, o Cristo lhe respondeu: “se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu. Então vem e segue-me” (Mateus 19:21), pois conforme as palavras do Mestre, só lhe faltava isso para que o jovem atingisse a perfeição.
       No entanto, cabisbaixo, o jovem deixou o local, pois para ele seria muito, desprender-se de tudo que tinha, ainda mais tendo a juventude pela frente, para seguir a Jesus. Preferiu, então, continuar sua vida sem alterações significativas.
       Obviamente, nenhum jovem sacrificará seus anos primaveris, numa renúncia absoluta a tudo que o cerca. Precisará ele viver os tempos da juventude, desfrutar desse momento alegre, pouco compromissado, desabrochar seus sentimentos, cantar, brincar, festejar... mas, em momento algum, por ser jovem, poderá se dar ao descuido de destruir sua vida em comportamento levianos e irresponsáveis.
       Desenvolve, em nosso meio social, a cultura de uma juventude libertina, indiferente e com poucas preocupações para com os reais e necessários valores morais da vida.
       Diante disso estamos assistindo a uma avalanche de tragédias de todos os tipos e matizes, onde jovens despreparados, e, muitas vezes não educados, devido aos descasos familiares, estão se atirando em abismos profundos, sem volta ou com chances mínimas de redenção.
       Espíritos endividados do passado, solicitaram novas oportunidades reencarnatórias, e , chegando a Terra, palco das lutas e das experiências, onde deviam colher os louros da vitória, novamente atolam seus ideais e sonhos no lamaçal das inconseqüências, para chorar mais tarde, sem dúvida, amargando novos remorsos e arrependimentos.
       Para desfrutar, prazerosamente, esse belo e expressivo momento das suas vidas é preciso cautela e discernimento, “pois que tudo me é licito, mas nem tudo me convém”, já ensinava Paulo de Tarso há muito tempo.
       O jovem pode fazer uso de bebidas alcoólicas? Aprofundar-se em tóxicos ainda mais pesados e deletérios? Colocar asas em suas motocicletas? Impulsionar o veículo como um bólido? Usar e abusar do sexo? Cultivar a violência e a agressividade? Desrespeitar os mais velhos? Perturbar o sossego público? Isso convém?
       Na vida, existem situações que podem ser contornadas sem maiores agravantes. Um pequeno ferimento pode ser curado, uma leve batida com o carro o funileiro resolve, um corte de cabelo equivocado pode ser reparado, quando se perde um ano escolar, logo vem o outro. Mas, acontecimentos existem que não tem como resolver. A gravidez não tem volta. Se recorrer ao aborto comete crime de graves proporções que exigirá reparações dolorosas. As viciações tóxicas, arrebentam o físico e o caráter da criatura. O Excesso de velocidade mata muitos jovens. E, assim por diante.
       A exemplo do jovem que procurou Jesus para usufruir de uma vida mais digna e promissora, não aceitou os conselhos e as orientações do Mestre, muitos moços e moças de hoje, fazem o mesmo percurso, ante as lições e os avisos sérios e esclarecedores, preferem seguir pela vida trilhando por vielas sombrias e desastrosas.
       Vivem raros momentos de prazer e suposta felicidade na idade primaveril, para depois amargar o resto da existência no âmbito da dor, do sofrimento e as desilusões.
       Juventude não é sinônimo de libertinagem, mas sim de muita responsabilidade.
  

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O ESPÍRITA E O MUNDO ATUAL
José Herculano Pires
A Terra está passando por um período crítico de crescimento. Nosso pequenino mundo, fechado em concepções mesquinhas e acanhados limites, amadurece para o infinito. Suas fronteiras se abrem em todas as direções. Estamos às vésperas de uma Nova Terra e um Novo Céu, segundo as expressões do Apocalipse. O Espiritismo veio para ajudar a Terra nessa transição.
Procuremos, pois, compreender a nossa responsabilidade de espíritas, em todos os setores da vida contemporânea. Não somos espíritas por acaso, nem porque precisamos do auxílio dos Espíritos para a solução dos nossos problemas terrenos. Somos espíritas porque assumimos na vida espiritual graves responsabilidades para esta hora do mundo. Ajudemo-nos a nós mesmos, ampliando a nossa compreensão do sentido e da natureza do Espiritismo, de sua importante missão na Terra. E ajudemos o Espiritismo a cumpri-la.
O mundo atual está cheio de problemas e conflitos. O crescimento da população, o desenvolvimento econômico, o progresso cientifico, o aprimoramento técnico, e a profunda modificação das concepções da vida e do homem, colocam-nos diante de uma situação de assustadora instabilidade. As velhas religiões sentem-se abaladas até o mais fundo dos seus alicerces. Ameaçam ruir, ao impacto do avanço cientifico e da propagação do ceticismo. Descrentes dos velhos dogmas, os homens se voltam para a febre dos instintos, numa inútil tentativa de regressar à irresponsabilidade animal.
O espírita não escapa a essa explosão do instinto. Mas o Espiritismo não é uma velha religião nem uma concepção superada. É uma doutrina nova, que apareceu precisamente para alicerçar o futuro. Suas bases não são dogmáticas, mas cientificas, experimentais. Sua estrutura não é teológica, mas filosófica, apoiada na lógica mais rigorosa. Sua finalidade religiosa não se define pelas promessas e as ameaças da Teologia, mas pela consciência da liberdade humana e da responsabilidade espiritual de cada indivíduo, sujeita ao controle natural da lei de causa e efeito. O espírita não tem o direito de tremer e apavorar-se, nem de fugir aos seus deveres e entregar-se aos instintos. Seu dever é um só: lutar pela implantação do Reino de Deus na Terra.
Mas como lutar? Este livrinho procurou indicar, aos espíritas, várias maneiras de proceder nas circunstâncias da vida e em face dos múltiplos problemas da hora presente. Não se trata de oferecer um manual, com regras uniformes e rígidas, mas de apresentar o esboço de um roteiro, com base na experiência pessoal dos autores e na inspiração dos Espíritos que os auxiliaram a escrever estas páginas. A luta do espírita é incessante. As suas frentes de batalha começam no seu próprio íntimo e vão até os extremos limites do mundo exterior. Mas o espírita não está só, pois conta com o auxílio constante dos Espíritos do Senhor, que presidem à propagação e ao desenvolvimento do Espiritismo na Terra.
A maioria dos espíritas chegaram ao Espiritismo tangidos pela dor, pelo sofrimento físico ou moral, pela angústia de problemas e situações insolúveis. Mas, uma vez integrados na Doutrina, não podem e não devem continuar com as preocupações pessoais que motivaram a sua transformação conceptual. O Espiritismo lhes abriu a mente para uma compreensão inteiramente nova da realidade. É necessário que todos os espíritas procurem alimentar cada vez mais essa nova compreensão da vida e do mundo, através do estudo e da meditação. É necessário também que aprendam a usar a poderosa arma da prece, tão desmoralizada pelo automatismo habitual a que as religiões formalistas a relegaram.
A prece é a mais poderosa arma de que o espírita dispõe, como ensinou Kardec, como o proclamou Léon Denis e como o acentuou Miguel Vives. A prece verdadeira, brotada do íntimo, como a fonte límpida brota das entranhas da terra, é de um poder não calculado pelo homem. O espírita deve utilizar-se constantemente da prece. Ela lhe acalmará o coração inquieto e aclarará os caminhos do mundo. A própria ciência materialista está hoje provando o poder do pensamento e a sua capacidade de transmissão ao infinito. O pensamento empregado na prece leva ainda a carga emotiva dos mais puros e profundos sentimentos. O espírita já não pode duvidar do poder da prece, pregado pelo Espiritismo. Quando alguns "mestres" ocultistas ou espíritas desavisados chamarem a prece de muleta, o espírita convicto deve lembrar que o Cristo também a usava e também a ensinou. Abençoada muleta é essa, que o próprio Mestre dos Mestres não jogou à margem do caminho, em sua luminosa passagem pela Terra!
O espírita sabe que a morte não existe, que a dor não é uma vingança dos deuses ou um castigo de Deus, mas uma força de equilíbrio e uma lei de educação, como explicou Léon Denis. Sabe que a vida terrena é apenas um período de provas e expiações, em que o espírito imortal se aprimora, com vistas à vida verdadeira, que é a espiritual. Os problemas angustiantes do mundo atual não podem perturbá-lo. Ele está amparado, não numa fortaleza perecível, mas na segurança dinâmica da compreensão, do apercebimento constante da realidade viva que o rodeia e de que ele mesmo é parte integrante. As mudanças incessantes das coisas, que nos revelam a instabilidade do mundo, já não podem assustar o espírita, que conhece a lei de evolução. Como pode ele inquietar-se ou angustiar-se, diante do mundo atual?
O Espiritismo lhe ensina e demonstra que este mundo em que agora nos encontramos, longe de nos ameaçar com morte e destruição, acena-nos com ressurreição e vida nova. O espírita tem de enfrentar o mundo atual com a confiança que o Espiritismo lhe dá, essa confiança racional em Deus e nas suas leis admiráveis, que regem as constelações atômicas no seio da matéria e as constelações astrais no seio do infinito. O espírita não teme, porque conhece o processo da vida, em seus múltiplos aspectos, e sabe que o mal é um fenômeno relativo, que caracteriza os mundos inferiores. Sobre a sua cabeça rodam diariamente os mundos superiores, que o esperam na distância e que os próprios materialistas hoje procuram atingir com os seus foguetes e as suas sondas espaciais. Não são, portanto, mundos utópicos, ilusórios, mas realidades concretas do Universo visível.
Confiante em Deus, inteligência suprema do Universo e causa primária de todas as coisas, - poder supremo e indefinível, a que as religiões dogmáticas deram a aparência errônea da própria criatura humana, - o espírita não tem o que temer, desde que procure seguir os princípios sublimes da sua Doutrina. Deus é amor, escreveu o apóstolo João. Deus é a fonte do Bem e da Beleza, como afirmava Platão. Deus é aquela necessidade lógica a que se referia Descartes, que não podemos tirar do Universo sem que o Universo se desfaça. O espírita sabe que não tem apenas crenças, pois possui conhecimentos. E quem conhece não teme, pois só o desconhecido nos apavora.
O mundo atual é o campo de batalha do espírita. Mas é também a sua oficina, aquela oficina em que ele forja um mundo novo. Dia a dia ele deve bater a bigorna do futuro. A cada dia que passa, um pouco do trabalho estará feito. O espírita é o construtor do seu próprio futuro do mundo. Se o espírita recuar, se temer, se vacilar, pode comprometer a grande obra. Nada lhe deve perturbar o trabalho, na turbulenta mas promissora oficina do mundo atual.
Em resumo:
O espírita é o consciente construtor de uma nova forma de vida humana na Terra e de vida espiritual no Espaço; sua responsabilidade é proporcional ao seu conhecimento da realidade, que a Nova Revelação lhe deu; seu dever de enfrentar as dificuldades atuais, e transformá-las em novas oportunidades de progresso, não pode ser esquecido um momento sequer; espíritas, cumpramos o nosso dever!
Autor: José Herculano Pires
Inspirado por: Miguel Vives
Livro Tesouro dos Espíritas

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

 EROTISMO
 Numa cultura dedicada quase que exclusivamente ao erotismo é natural que o hedonismo predomine nas mentes e nos corações.

Como decorrência das calamidades produzidas pelas guerras contínuas de devastação com as suas armas inteligentes e de destruição em massa, o desespero substituiu a confiança que havia entre as criaturas, dando lugar ao desvario de todo porte que ora toma conta da sociedade.

Sem dúvida, tem havido um grande desenvolvimento cientificotecnologico, dantes jamais sonhado, no entanto, não acompanhado pelos valores éticomorais, cada dia mais negligenciados e desrespeitados pelos indivíduos assim como pelas nações.

A globalização, que se anunciava em trombetas, como solução para os magnos problemas socioeconômicos do mundo, experimenta a grande crise, filha espúria da falência moral de muitos homens e mulheres situados na condição de executivos supremos, que regiam as finanças e os recursos de todos, naufragados por falta de dignidade, ora expungindo em cárceres os seus desmandos, deixando porém centenas de instituições de variado porte na falência irrecuperável.

Como efeito, o sexo tornou-se o novo deus da cultura moderna, exaltado em toda parte e elemento de destaque em todas as situações.

Enquanto enxameiam as tragédias, os crimes seriais com o suicídio imediato dos seus autores, os multiplicadores de opinião utilizam-se da mídia alucinada para a saturação das mentes com as notícias perversas, que estimulam psicopatas à prática de hediondez que não lhes havia alcançado a mente.

Pessoas ditas famosas, na arte, no cinema, na televisão exibem, sem pudor, as suas chagas morais, narrando os abortos que praticaram, a autorização para a eutanásia em seres queridos que lhes obstaculizavam o gozo juvenil, a multiplicação de parceiros sexuais, os adultérios por vingança ou simplesmente por vulgaridade, os preços a que se entregam, as perversões que os caracterizam, vilipendiando os sentimentos daqueles que os vêem ou lêem estarrecidos uns, com inveja outros, em lamentável comércio de degradação.

Jovens, masculinos e femininos, exibem-se no circo dos prazeres, na condição de escravos burlescos em revistas de sexo explícito ou em filmes de baixa qualidade, tornando-se ídolos da pornografia e da sensualidade doentia.

A pedofilia alcança patamares dantes nunca imaginados, graças a INTERNET que lhe abre portas ao infinito, quando pais insensatos vendem os filhinhos para o viI comércio do sexo infanto-juventil, despedaçando-Ihes a meninice que vai cruelmente assassinada.

Por outro lado, a prostituição de menores é cada vez maior, porque o cansaço dos viciados exige carnes novas para os apetites selvagens que os consomem.

E, porque vivem sempre entediados e sem estímulos novos, o alcoolismo, o tabagismo, a drogadição constituem o novo passo no rumo da violência, da depressão, do autocídio.

Vive-se, neste momento, a tirania do sexo em exaltação.

As dolorosas lições do passado, de religiosos que não se souberam comportar, desrespeitando os votos formulados, que desmoralizaram as propostas doutrinárias das crenças que abraçavam, o disfarce, a hipocrisia, ocultando as condutas reprocháveis, geraram tal animosidade às formulações espiritualistas, com as exceções compreensíveis, que os jovens não suportam, sequer, referências aos valores do espírito imortal.

Somente há interesse pelos esportes, particularmente por aqueles de natureza física, no culto apaixonado pela beleza e pela estética de que se tornam escravos por livre opção.

Num período, porém, em que uma boneca serve de modelo, ao invés de haver copiado um ser humano, exigindo que cirurgias corretoras modifiquem a aparência de algumas mulheres, a fim de ficarem com as medidas do brinquedo erótico, é quase normal que haja um verdadeiro ultraje no que diz respeito aos valores reais da vida.

A desconsideração de muitos governantes em relação ao povo que estorcega na miséria, faz que as favelas e os morros vomitem os seus revoltados habitantes para as periódicas ondas de arrastão que estarrecem.

Sucede que o bem não indo ao seu encontro, tem que enfrentar o mal que prolifera e que desce do lugar em que se homizia buscando solução, mantendo comportamentos selvagens.

As cidades, grandes e pequenas, tornam-se praças de guerras não declaradas, porque as necessidades dos sofredores não são atendidas e alguns poderosos que governam, locupletam-se com os valores que deveriam ser destinados a educação, a saúde, ao trabalho, ao recreio dos cidadãos...

É compreensível que aumentem as estatísticas das enfermidades dilaceradoras como o câncer, a tuberculose, as cardiovasculares, a AIDS, outras sexualmente transmissíveis, as infecções hospitalares, dentre diversas, acompanhadas pelos transtornos psicológicos e psiquiátricos que demonstram o atraso em que ainda permanecem as conquistas na área da saúde, embora as suas indescritíveis realizações.

. . .

O ser humano estertora...

Em razão da falta de orientação sexual, nestes dias de disparates, a gravidez entre meninas desprevenidas aumenta de forma chocante, como fruto de experiências estimuladas pela vulgaridade, sem qualquer preparo para a maternidade, jogando nas ruas diariamente crescente número de abandonados...

Faltam programas de orientação moral, porque o momento é de prazer e de gozo, condenando a maioria dos incautos ao desespero e à ilusão.

Ainda se prolongará o reinado erótico por algum tempo, até o momento quando as Divinas Leis convidem os responsáveis pelo abuso ao comedimento, à reparação, encaminhando-os para mundos inferiores, onde se encontrarão sob a situação de acerbas aflições, recordando o paraíso que perderam, mas que podem alcançá-lo novamente após as lutas redentoras.

Especialmente nesta hora chegou à Terra o Espiritismo, a fim de convidar as criaturas desnorteadas a encontrar o rumo nos deveres éticos, restaurando a paz e a alegria real nos corações, sem a música mentirosa das sereias mitológicas...

Restaurando a palavra de Jesus, propõe uma revisão ética dos postulados do Cristianismo também ultrajado, a fim de que se revivam os comportamentos de Jesus e dos Seus primeiros discípulos, dando lugar a lidima fraternidade, a iluminação de consciências, ao serviço da caridade.

Mantém-te vigilante, a fim de que não te iludas nem enganes a ninguém, contribuindo com a tua parte, por mais modesta que seja, de modo a fazer instalar-se a era do amor pela qual todos anelam.

(Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira
Franco, na manhã de 19 de maio de 2009, na
residência de Josef Jackulak, em Viena, Áustria.)