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segunda-feira, 4 de abril de 2011

CASAIS EM CONFLITO
Passava das 22:00 horas e o marido ainda não havia chegado em casa.
A esposa o esperava com ares de insatisfação.
Quando o marido adentrou a casa, os vulcões da guerra já estavam prontos para entrar em erupção.
A esposa gritou, o marido também...
A esposa o agrediu fisicamente, o marido revidou...
A filha de 7 anos a tudo observava estupefata.
O casal só caiu em si quando a garota bradou em alta voz:
-         Jamais me casarei! Não agüento mais viver em guerra!

 Diariamente inúmeros lares são transformados em um ringue de luta livre por corações intolerantes.
Motivados por interesses egocêntricos elegem o ambiente doméstico para infindáveis brigas e colocam os filhos como espectadores desse espetáculo de horror.
Imprimem na criança a sensação de que o casamento é algo doloroso e triste, uma cruz a ser carregada que nos traz apenas insatisfação e infelicidade.
Nossos cônjuges, assim como nós, são espíritos em evolução, alunos do educandário terrestre.
Passam pelas mesmas lições que nós, transitam pelas mesmas dificuldades que nós.
Precisam de carinho e compreensão, são criaturas passíveis de erros.
Entretanto, não raro, cantamos em prosa e verso.
Meu marido é meu carma!
Como minha esposa é uma cruz pesada de se carregar, vou agüenta-la agora para não ter que vê-la do lado de lá da vida.
Visão distorcida da realidade!
Nossa missão aqui é conquistar amigos e não angariar inimigos.
Aprendamos a ver no companheiro de viagem o professor que nos auxilia a domar nossas inclinações egoísticas no cenário terrestre.
 E para que não venhamos a ser personagens  de uma triste história,  se faz mister temperar a relação com dois ingredientes magníficos:
Amizade e respeito.
Amizade - Devemos ser para nosso cônjuge o amigo que ampara nas provas da vida e não o cobrador implacável que sufoca.
A luz que clareia os objetivos do nosso companheiro de peregrinação terrena, o alicerce que lhe permite procurar as respostas para suas dúvidas existenciais.
Cultivar a cumplicidade respeitando sua   individualidade, olhando-os como companheiros de viagem, sabendo que embora caminhem conosco trazem uma visão de vida diferente da nossa.
Respeito – Entender que nosso cônjuge tem aptidões diferentes das nossas, sonhos diferentes, são criaturas com suas peculiaridades, devemos ter essa consciência para que aprendamos a respeitar suas opiniões que muitas vezes divergem do nosso modo de entender a vida.
Assim, banharemos a jornada terrena com o aprendizado que o matrimônio nos oferece, fazendo do lar um porto de amor e segurança, oásis de harmonia que se irradia para toda a família.
Dessa forma,  conviver sob o mesmo teto não será uma experiência dolorosa, mas sim, uma doce e agradável forma de levar a vida. 
Transformemos então, os hipotéticos  inimigos do passado em bons amigos do presente e do futuro!

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